Ao entrar me deparei com uma penca de adolescentes histéricos, inclusive minha filha e a amiga estavam numa histeria só. A banda entrou pontualmente às 21h, eles são britânicos, e tocaram cerca de 1h30.
Bem, não tenho muito que falar da banda e nem vou me dar o trabalho de pesquisar sobre. Os caras tocam o necessário pra fazer o som deles, usam bons equipamentos, tem presença de palco e falam pra porra, e era nessa hora que a mulherada gritava e berrava. Presenciei algumas garotas chorando, mas chorando mesmo, em pleno desespero, como se o mundo fosse acabar ali naquele momento.Não poderia deixar de comentar, meus dedos estão comichando no teclado. Não sei não, mas eles tem todos os jeitos e todas as características de sexualidade duvidosa. Um dos guitarristas (sei lá o nome) deu umas linguadas no outro guitarrista (que também não sei o nome) e depois deu um beijão no pescoço. A mulherada foi ao delírio! Mas não tô dizendo mesmo?! Isso é coisa que homem faça?! Homem que é homem não se preza a um papel desses e esses moleques ainda querem posar de rock star. Mas... Não tenho nada a ver com a sexualidade deles. E outra, o baixo (modelo Musicman, um dos melhores do mercado) era brilhoso demais, cheio de purpurina.
Bom, deixando esses fatos de lado, gostaria de dizer que foi gratificante ver minha filha se divertido pacas. Isso sim foi pai d'égua!
Isabelle (de preto) com a amiga Keite.Ah, pra terminar... Na hora em que saímos colocaram uma van na saída pra despistar os fãs e a molecada começou gritar pensando que eram os garotos da banda e todo mundo correu pra lá e, minha filha segurou meu braço e me puxou pro meio do alvoroço. Até eu convencê-la de que era uma armação, foi difícil. A banda já tinha saído por outro lado há séculos. Experiência de fã.

0 comentários:
Postar um comentário