Depois de não sei quantos anos usando o orkut, apenas hoje li uma frase que me chamou a atenção, daquelas que aparecem em nosso perfil como "Sorte de hoje", e faço questão de reproduzi-la por aqui:
"O melhor presente que você pode dar é um abraço: ele é tamanho único, e ninguém vai se importar se você quiser devolvê-lo."
Essa é para refletir bastante ao som de "Wishlist", Pearl Jam.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
sábado, 27 de junho de 2009
Crônica de um "causo" verídico
Esse é verídico. Meu amigo Ronald Reis se deu ao trabalho de escrever esta crônica baseada em um fato real que aconteceu há alguns anos com um conhecido nosso. Pedi sua autorização e vou postar por aqui. Ronald trabalha na mesma secretaria da Prefeitura que eu, toca guitarra e escreve muito bem.
Ronald, valeu pela colaboração!
É junho.
Esse mês nos remete às mais tenras lembranças de infância quando
brincávamos forçados de quadrilha no colégio para que nossos pais
pudessem bater aquelas fotografias que no futuro só iriam nos
envergonhar frente às nossas namoradas.
Mas junho também é o mês dos namorados. É o mês onde casais, ainda que
estejam no segundo mês de namoro, juram fidelidade eterna. É o mês onde
paixões fervorosas alcançam os graus mais altos na escala Celsius.
Lembro-me como se fosse hoje quando um grande amigo meu me contou o
episódio onde numa tentativa de "esquentar" a relação a dois, sua
ex-mulher tentou incendiá-lo assim que chegou em casa após um exaustivo
dia de trabalho. Não, caro leitor, você não leu errado. É isso mesmo.
INCENDIÁ-LO. Não entendeu? Ela tentou botar fogo no camarada. Ainda não
entendeu? Ela queria vê-lo que nem o Tocha Humana do
Quarteto-Fantástico. Mas ao contrário do que você está pensando, essa
tentativa não era pra reacender a faísca da paixão, mas sim, pra cumprir
uma das maiores certezas bíblicas que nos diz que "do pó viemos e ao pó
voltaremos". No caso do meu amigo, iria direto pras cinzas.
Pelo muito que conheco meu amigo, não consigo imaginar os reais motivos
que levaram sua companheira ao pirotécnico ato. Meu amigo é o tipo de
cara que qualquer mulher gostaria de ter ao lado. É o companheiro ideal.
Trabalhador, comprometido, pontual, possui um bom vocabulário e ainda
acompanhado de um bom intelecto, vem de uma família que remonta 4
gerações (diz ele), toca contra-baixo (intrumento de poucos) e pra
completar é oriundo de Óbidos-Pará-Brasil. Isso mesmo. Toda vez que ele
se apresenta a alguém, faz questão de citar letra por letra sua terra
natal. E soa como se fosse alguma pequena cidade localizada nos Alpes
Suícos dado o orgulho e a ênfase utilizada.
Já sua ex-mulher, ele me explica que era uma garota complicada. Veio de
relacionamentos conturbados. A vida não havia lhe propiciado boas
experiências a dois. Acho que a diferença de idade talvez fosse um fator
que contribuisse, mas com certeza não era determinante, afinal, ele é
apenas 3 anos mais velho que ela. Os pais dela, moravam em frente a casa
do meu amigo. São do tipo conversadores e possuem algumas
características que julgo antiquadas. Por exemplo. Para o pai dela, a
única evidência que diz se alguém foi ou não trabalhar, é o uso devido
do crachá, ou seja, se eu sair de manhã com o crachá no peito e retornar
às 03:00am do dia seguinte, porém, com o devido acessório pendurado na
gravata que encontra-se pendurada na testa, então não tem problema, isso
significa que tive um dia duro na labuta. Vai entender.
Era 14 de junho e o ano não sei ao certo, só sei que era um sábado. Meu
amigo tirou o dia para adiantar alguns serviços no escritório para
deixar a semana seguinte com menos trabalho para o dia-a-dia. Ele é um
designer conceitado, com um portfólio de dar inveja a qualquer
assistente do Washington Olivetto. Dentre os prazerosos serviços
daquele fatídico sábado, incluiam-se, arrumar todo o escritório, passar
fiação elétrica e lógica por todo o prédio, pintar o sala do chefe, isso
sem contar desentupir as calhas e a caixa de gordura, serviço que
deveria ter sido feito a 6 meses atrás. Pelo tanto de atividade, de cara
sabe-se que ao fim do dia, muito mais da metade disso não teria sido
realizado. Não deu outra. O cidadão chegou no trabalho às 07:45am e sem
almoçar ou mesmo fazer um lanche durante o dia, resolveu ir pra casa às
23:15pm com as calhas, fiação e pintura ainda por fazer.
Meu amigo chegou em casa achando que teria ao seu dispor todos os
prazeres que um lar poderia lhe oferecer. Sobrecarregado pelo cansaço,
meu amigo adentrou a sala desprotegido e cabisbaixo. Tomado pela
surpresa, sequer teve tempo de erguer a guarda ou mesmo se esquivar da
enxurrada de 2L de Álcool Veja (sem gel) que voava em sua direção que o
hidratou dos pés a cabeça. O álcool, por si só , não oferecia risco
algum. O único problema era que logo em seguida, vinha sua mulher
segurando um isqueiro Bic, e o pior de tudo, acesso. Gritando, xingando
e proferindo as piores inverdades:
- Desgraçaaaaaaado, onde é que tu tava? Eu fico aqui o dia todo, tomando
conta da casa, e tu na putaria. Como é que tu sai de manhã e não avisa
pra onde vai? Chega uma hora dessas em casa? O que é que tu tava
fazendo até agora?
- Mas...
- "Mas" é o cacete. Vê se não me interrompe que eu estiver falado...
E assim, o diálogo prosseguiu da mesma forma que começou. Sem diálogo.
Penso que por alguma intervenção divina o isqueiro tenha se apagado e
com isso o meu amigo tenha adquirido alguma sobre-vida, tempo suficiente
para tentar reverter a situação. Mas, assim como hoje, era junho, que
também é mês do santo casamenteiro, e após longas conversas que duraram
os dias, semanas e meses seguintes, meu amigo conseguiu convencê-la de
algo. Não sei o quê.
Após infindáveis conversas, sua mulher passou a ser ex, que futuramente
voltaria e passaria a ser novamente a atual, e que atualmente estão
juntos e assim espero que continuem, mantendo sempre a chama da paixão
acesa.
Ronald Reis
Ronald, valeu pela colaboração!
É junho.
Esse mês nos remete às mais tenras lembranças de infância quando
brincávamos forçados de quadrilha no colégio para que nossos pais
pudessem bater aquelas fotografias que no futuro só iriam nos
envergonhar frente às nossas namoradas.
Mas junho também é o mês dos namorados. É o mês onde casais, ainda que
estejam no segundo mês de namoro, juram fidelidade eterna. É o mês onde
paixões fervorosas alcançam os graus mais altos na escala Celsius.
Lembro-me como se fosse hoje quando um grande amigo meu me contou o
episódio onde numa tentativa de "esquentar" a relação a dois, sua
ex-mulher tentou incendiá-lo assim que chegou em casa após um exaustivo
dia de trabalho. Não, caro leitor, você não leu errado. É isso mesmo.
INCENDIÁ-LO. Não entendeu? Ela tentou botar fogo no camarada. Ainda não
entendeu? Ela queria vê-lo que nem o Tocha Humana do
Quarteto-Fantástico. Mas ao contrário do que você está pensando, essa
tentativa não era pra reacender a faísca da paixão, mas sim, pra cumprir
uma das maiores certezas bíblicas que nos diz que "do pó viemos e ao pó
voltaremos". No caso do meu amigo, iria direto pras cinzas.
Pelo muito que conheco meu amigo, não consigo imaginar os reais motivos
que levaram sua companheira ao pirotécnico ato. Meu amigo é o tipo de
cara que qualquer mulher gostaria de ter ao lado. É o companheiro ideal.
Trabalhador, comprometido, pontual, possui um bom vocabulário e ainda
acompanhado de um bom intelecto, vem de uma família que remonta 4
gerações (diz ele), toca contra-baixo (intrumento de poucos) e pra
completar é oriundo de Óbidos-Pará-Brasil. Isso mesmo. Toda vez que ele
se apresenta a alguém, faz questão de citar letra por letra sua terra
natal. E soa como se fosse alguma pequena cidade localizada nos Alpes
Suícos dado o orgulho e a ênfase utilizada.
Já sua ex-mulher, ele me explica que era uma garota complicada. Veio de
relacionamentos conturbados. A vida não havia lhe propiciado boas
experiências a dois. Acho que a diferença de idade talvez fosse um fator
que contribuisse, mas com certeza não era determinante, afinal, ele é
apenas 3 anos mais velho que ela. Os pais dela, moravam em frente a casa
do meu amigo. São do tipo conversadores e possuem algumas
características que julgo antiquadas. Por exemplo. Para o pai dela, a
única evidência que diz se alguém foi ou não trabalhar, é o uso devido
do crachá, ou seja, se eu sair de manhã com o crachá no peito e retornar
às 03:00am do dia seguinte, porém, com o devido acessório pendurado na
gravata que encontra-se pendurada na testa, então não tem problema, isso
significa que tive um dia duro na labuta. Vai entender.
Era 14 de junho e o ano não sei ao certo, só sei que era um sábado. Meu
amigo tirou o dia para adiantar alguns serviços no escritório para
deixar a semana seguinte com menos trabalho para o dia-a-dia. Ele é um
designer conceitado, com um portfólio de dar inveja a qualquer
assistente do Washington Olivetto. Dentre os prazerosos serviços
daquele fatídico sábado, incluiam-se, arrumar todo o escritório, passar
fiação elétrica e lógica por todo o prédio, pintar o sala do chefe, isso
sem contar desentupir as calhas e a caixa de gordura, serviço que
deveria ter sido feito a 6 meses atrás. Pelo tanto de atividade, de cara
sabe-se que ao fim do dia, muito mais da metade disso não teria sido
realizado. Não deu outra. O cidadão chegou no trabalho às 07:45am e sem
almoçar ou mesmo fazer um lanche durante o dia, resolveu ir pra casa às
23:15pm com as calhas, fiação e pintura ainda por fazer.
Meu amigo chegou em casa achando que teria ao seu dispor todos os
prazeres que um lar poderia lhe oferecer. Sobrecarregado pelo cansaço,
meu amigo adentrou a sala desprotegido e cabisbaixo. Tomado pela
surpresa, sequer teve tempo de erguer a guarda ou mesmo se esquivar da
enxurrada de 2L de Álcool Veja (sem gel) que voava em sua direção que o
hidratou dos pés a cabeça. O álcool, por si só , não oferecia risco
algum. O único problema era que logo em seguida, vinha sua mulher
segurando um isqueiro Bic, e o pior de tudo, acesso. Gritando, xingando
e proferindo as piores inverdades:
- Desgraçaaaaaaado, onde é que tu tava? Eu fico aqui o dia todo, tomando
conta da casa, e tu na putaria. Como é que tu sai de manhã e não avisa
pra onde vai? Chega uma hora dessas em casa? O que é que tu tava
fazendo até agora?
- Mas...
- "Mas" é o cacete. Vê se não me interrompe que eu estiver falado...
E assim, o diálogo prosseguiu da mesma forma que começou. Sem diálogo.
Penso que por alguma intervenção divina o isqueiro tenha se apagado e
com isso o meu amigo tenha adquirido alguma sobre-vida, tempo suficiente
para tentar reverter a situação. Mas, assim como hoje, era junho, que
também é mês do santo casamenteiro, e após longas conversas que duraram
os dias, semanas e meses seguintes, meu amigo conseguiu convencê-la de
algo. Não sei o quê.
Após infindáveis conversas, sua mulher passou a ser ex, que futuramente
voltaria e passaria a ser novamente a atual, e que atualmente estão
juntos e assim espero que continuem, mantendo sempre a chama da paixão
acesa.
Ronald Reis
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sexta-feira, 26 de junho de 2009
Devolva-me
Do nada me veio uma música que a Adriana Calcanhoto interpreta muito bem, chamada "Devolva-me". Não que a canção seja lá um épico, mas o sentimento com que ela interpreta a faz se tornar especial e bem nostálgica. Deve ser o fato de eu estar meio piegas e nostálgico esses dias.
Fiquei pensando no significado de pedir/devolver presentes quando termina um relacionamento, por mais curto ou longo que tenha sido. Devolver presentes é uma tremenda falta de educação. E pedi-los de volta depois do fim do relacionamento, nem se fala!
É um ato de imaturidade tomado por raiva e frustração. Ainda mais quando a pessoa quer fazer pirraça e devolve só para magoar. E olha que isso magoa mesmo, principalmente quando é dado de coração. Considero uma atitude muito infantil.
Eu nunca fiz isso, nem devolver e muito menos pedir, porém, já o fizeram comigo, mas não aceitei e nunca aceitarei de volta nenhum presente que foi dado de coração. Não existem motivos para devolver. Acredito que se pudermos guardar o melhor de cada relacionamento será sempre uma página a mais na nossa história.
Devolva-Me // Adriana Calcanhotto
Rasgue as minhas cartas e não me procure mais
Assim será melhor, meu bem!
O retrato que eu te dei, se ainda tens, não sei!
Mas se tiver, devolva-me!
Deixe-me sozinho, porque assim, eu viverei em paz
Quero que sejas bem feliz junto do seu novo rapaz...
Rasgue as minhas cartas e não me procure mais
Assim será melhor, meu bem!
O retrato que eu te dei, se ainda tens, não sei!
Mas se tiver, devolva-me!
Devolva-me! Devolva-me!
Fiquei pensando no significado de pedir/devolver presentes quando termina um relacionamento, por mais curto ou longo que tenha sido. Devolver presentes é uma tremenda falta de educação. E pedi-los de volta depois do fim do relacionamento, nem se fala!
É um ato de imaturidade tomado por raiva e frustração. Ainda mais quando a pessoa quer fazer pirraça e devolve só para magoar. E olha que isso magoa mesmo, principalmente quando é dado de coração. Considero uma atitude muito infantil.
Eu nunca fiz isso, nem devolver e muito menos pedir, porém, já o fizeram comigo, mas não aceitei e nunca aceitarei de volta nenhum presente que foi dado de coração. Não existem motivos para devolver. Acredito que se pudermos guardar o melhor de cada relacionamento será sempre uma página a mais na nossa história.
Devolva-Me // Adriana Calcanhotto
Rasgue as minhas cartas e não me procure mais
Assim será melhor, meu bem!
O retrato que eu te dei, se ainda tens, não sei!
Mas se tiver, devolva-me!
Deixe-me sozinho, porque assim, eu viverei em paz
Quero que sejas bem feliz junto do seu novo rapaz...
Rasgue as minhas cartas e não me procure mais
Assim será melhor, meu bem!
O retrato que eu te dei, se ainda tens, não sei!
Mas se tiver, devolva-me!
Devolva-me! Devolva-me!
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Telégrafo musical
O Rei do Pop diz adeus
Não sou fã do Michael Jacson, mas faço questão de comentar o assunto aqui. Mesmo porque além de tudo é um ser humano que se despede da sua missão aqui na terra. Ele deixou muitos fãs e com certeza fará falta para sua família e admiradores.O curioso é que só agora depois de morto o astro aproveita uma renascença comercial que tentou por anos sem conseguir. As vendas dos seus álbuns explodem no mundo todo. A edição comemorativa do álbum "Thriller" é a mais vendida.
Vai entender!
Foto: G1
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quinta-feira, 25 de junho de 2009
Rio Negro chega a 29,69m
Consequências da marca de 29,69 metros são 11 bairros alagados, mais de 18 mil famílias prejudicadas e pontos turísticos afetadosO nível do rio Negro atingiu, ontem, a marca de 29,69 metros, a mesma registrada no ano de 1953, quando ocorreu a maior enchente dos últimos 107 anos em Manaus. Com isso, pode-se dizer que a cheia vivenciada na capital amazonense em 2009 é a maior deste período, quando teve início a contagem do nível das águas.
O alto nível das águas do rio Negro fez com que a régua situada no Porto Privatizado de Manaus potencializasse seu apelo turístico, atraindo a atenção de várias pessoas para aquele local.
Nos últimos dias, centenas de turistas, transeuntes e famílias tem comparecido às proximidades da régua para tirar fotos e fazer vídeos.
Fonte: A Critica
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quarta-feira, 24 de junho de 2009
Todo mundo tem uma Mary Jane na vida
Mary Jane Watson é uma personagem da HQ Homem-Aranha, da Marvel Comics. Peter Parker, o então Homem-Aranha é apaixonado por ela desde quando era criança. Nos filmes Mary Jane é interpretada por Kirsten Dunst, a mulher do retrato logo acima.Tomando de assalto uma frase que um amigo disse, me sinto no direito de escrever este post. Estávamos falando de amores que não foram esquecidos, que ficam pairando nas sombras como fantasmas de um filme de suspense, e de repente ele soltou "todo mundo tem uma Mary Jane na vida".
Achei interessante a comparação, não que seja original, mas há outros personagens se compararmos com o caso. Não me recordo de nenhum, por isso prefiro usar a Mary Jane mesmo.
Praticamente todos nós já tivemos um grande amor, daqueles que mexem conosco tanto quanto um excelente filme de comédia romântica (agora acho que forcei!). Quem nunca teve um grande amor não sabe o que está perdendo. Feliz daquele que está ao lado do seu amor, casado ou namorando, o importante é ter essa pessoa por perto. E quando não se está com essa pessoa? As cores ficam mais desbotadas, os dias ficam mais cinzas, o pôr do sol é entediante, o cinema não é legal, o passeio de domingo no parque é solitário, ou até mesmo o frio de uma chuva que cai lá fora em uma noite ociosa é sem graça, em uma noite em que nada te faz companhia além da TV.
E quando toca uma música? Ainda mais se essa música tiver tido qualquer ligação com algum momento de ambos. O mundo parece desmoronar aos poucos como num prédio demolido sem o menor cuidado com o entorno. Só para ilustrar, cito algumas músicas dor-de-cotovelo: "Black", Pearl Jam; "It Must Have Been Love", Roxette; "A Tale That Wasn't Right", Helloween; "Impossível", Biquini Cavadão, "Vida Vazia", Bruno & Marrone, "Sem Você", Victor & Léo; "Detalhes", Roberto Carlos e etc... A música, a literatura e o cinema estão repletos desse tema.
Quando se está solteiro já é difícil conviver com este cemitério, o pior é quando se está casado. Você tem ao lado uma pessoa que não te olha por dentro, que não gosta de caminhar na chuva, que não curte música intensamente, que não gosta de assistir filme legendado, que não sabe quem é Gabriel Garcia Marquez.
Ninguém é obrigado a saber tudo o que uma pessoa gosta, então, vem a pergunta: por que alguém se casa com uma pessoa que não se tem nenhuma afinidade?! Confesso, não sei a resposta exata, mas existem várias explicações, algumas convincentes e outras não. A lista é grande e não vou enumerar. Deixo a questão em órbita para cada qual tirar suas próprias conclusões.
Há casos em que a pessoa aprende a amar a outra e decide viver feliz para sempre. Agora, duvido se quando encontrar a Mary Jane da sua vida não dará um frio na espinha? O coração aperta e vem aquele nó na garganta. É pedra cantada! Você pode até não a querer mais, mas que a sensação de desconforto será imensa, isso sim. Atire a primeira pedra quem nunca vivenciou uma situação assim?!
O que não devemos é deixar isso guiar nossa vida, pautar nossos caminhos por algo que já passou e, certamente, jamais voltará a ser como antes. Só resta aprender a conviver com a saudade, guardar os bons momentos e fazer das lembranças algo gostoso. Como diz a música do Peninha: 'Ter saudade até que é bom. É melhor que caminhar vazio'. Sim, sentir saudade pode ser bom, mas é preciso aprender a conviver com ela a abrir espaços para o novo, novas experiências, e pessoas, sem necessariamente abrir mão do que causa aquele vazio. Pra isso é necessário exorcizar o lado sombrio da melancolia.
Pode ser até que aconteça como na música do Los Hermanos "Último Romance": "Eu encontrei-a quando não quis mais procurar o meu amor..." Só que nossa vida não é música, nem literatura e muito menos cinema, é real e na vida real não podemos nos dar o luxo de desperdiçar cada minuto. Só temos uma chance e devemos aproveitar cada oportunidade como se fosse a última.
Não sou a pessoa mais confiável para escrever tudo isso, quem me conhece sabe porque. Tenho me esforçado a cada dia para ser fiel a algo em que acredito, e quero continuar acreditando ou, simplesmente me esforçar mais para acreditar que um dia conseguirei dar mais vida ao velho quadro que está desbotado na parede. Isso só depende de mim e de mais ninguém.
E você tem uma Mary Jane na sua vida?!
O título deste post não quer dizer que serve apenas para os homens, a mulherada também está inclusa e pode substituir "Mary Jane" por qualquer personagem masculino que achar que se encaixa no tema em questão.
P.S.: Para fechar com chave de ouro deixo esta frase do grandioso Machado de Assis: "Guarda estes versos que escrevi chorando como um alívio a minha saudade, como um dever do meu amor; e quando houver em ti um eco de saudade, beija estes versos que escrevi chorando."
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Eu queria ser Machado de Assis
Joaquim Maria Machado de Assis (1839 - 1908), poeta, romancista, dramaturgo, contista, jornalista e teatrólogo brasileiro, considerado como o maior nome da literatura brasileira.A carreira literária de Machado de Assis se firmou graças a seus contos e romances, dotados de uma aguda ironia e uma visão pessimista da existência. Suas obras, como ‘Helena’, ‘A Mão e a Luva’, ‘Esaú e Jacó’, ‘Dom Casmurro’ e ‘Memórias Póstumas de Brás Cubas’ tornaram-se marcos da literatura brasileira. Paralelamente à sua carreira literária.
Machado de Assis ocupou diversos cargos enquanto funcionário público chegando, entre outras coisas, ao posto de Diretor-geral do Ministério da Viação. Foi também um dos fundadores e o primeiro presidente da Academia Brasileira de Letras, em 1896. Machado de Assis faleceu em 29 de setembro de 1908, no Rio de Janeiro, quase cego e muito doente, prostrado pela perda da esposa, que morreu em 1904.
Precisa responder porque eu queria ser esse cara? Simplesmente ele foi "o cara"! O maior escritor do século XIX. Quer mais?! Deixo uma frase dele pra finalizar...
"Esquecer é uma necessidade. A vida é uma lousa, em que o destino, para escrever um novo caso, precisa apagar o caso escrito."
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Eu queria ser essa cara
terça-feira, 23 de junho de 2009
De volta ao normal...
Desculpem a ausência, isso se alguém sentiu minha falta, no orkut, msn, google talk e aqui... Hoje estou de volta ao normal, graças a Deus. Sempre quando algo nos pega desprevenidos somos obrigados a modificar toda nossa rotina abruptamente e haja paciência, principalmente para alguém impaciente como eu. Não sei porque tenho andado meio sem paciência esses dias. Será a idade? Talvez...Não vou entrar em detalhes sobre o que aconteceu, não foi nada demais, apenas coisas que de vez em quando acontecem.
Mas então, estou de volta para encher o saco de vocês por aqui e onde me encontrarem. Como disse o Schwarzenegger: "I'M BACK".
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sábado, 20 de junho de 2009
Tudo vai ficar bem
A imagem acima é de um vídeo de um navio abrindo caminho pelo gelo, seguindo os passos de um homem. De acordo com o ponto de vista de cada um, ou simplesmente, de acordo com o estado de espírito, ela pode ser poética ou melancólica, ou ainda, pode ser um misto de poder e fragilidade também.Quando assisti o vídeo fiquei com uma sensação esquisita, tal qual estou sentido esses dias. E mais, não sabemos o final, mas acreditamos que tudo vai ficar bem.
A obra é de Guido van der Werve chamada “Everything is going to be alright”, ou, “Tudo vai ficar bem”, de 2007. Gostei desse título, ele tem tudo a ver com o meu estado de espírito ultimamente.
Segue o vídeo logo abaixo.
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sexta-feira, 19 de junho de 2009
Hibernando...
Sexta-feira, último dia útil da semana, dia de happy hour, de balada, de fazer qualquer coisa que der na telha. Porém, hoje eu não estou com vontade de nada. Nem de ler, nem de escrever, nem de trabalhar, nem de beber, nem de conversar, nem de ouvir música, muito menos cantar... Queria hibernar!Mas... é hora de trabalhar!
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quinta-feira, 18 de junho de 2009
Por que tudo é pra ontem?!
Não sei em outros setores de trabalho que não seja comunicação, mas pelo menos onde trabalhei e onde trabalho, tudo é pra ontem.Segue a cena: faltam 15 minutos para você sair e toca o telefone, chega dá um arrepio na coluna. Então, o sujeito do outro lado da linha diz: "olá, temos que fazer um material para ser publicado agora! O fulano de tal solicitou neste exato momento." E agora, o que se faz nessa hora?! Manda o cara pra aquele lugar?! E o compromisso que você marcou fica como?! Não, porque esses imprevistos só acontecem quando se tem algo marcado naquele dia. É fato.
Outra cena: o cliente solicita um trabalho às 17h, e você anota tudo e depois pergunta: e pra quando é? Ele diz com o sorriso amarelo é pra amanhã de manhã! Nossa, dá vontade de surtar. E o pior é que depois do expediente nem tem mais café para acalmar os nervos.
Será que tudo sempre é lembrado em cima da hora? O expediente tem 8 horas e o cidadão só lembra nos minutos finais. Tudo bem, há raras exceções, mas são raríssimas mesmo. O que sempre acontece é que tudo é solicitado pra ontem!
Já fui praticamente tirado de dentro do carro. Outra vez já tinha desligado meu PC e chegou um cliente sem agendar horário e tive que ficar por mais 1 hora e 30 minutos além do horário. E muitos outros casos.
Tudo bem, que sempre devemos estar prontos para imprevistos, principalmente quem trabalha com comunicação, mas sempre?! E justamente no dia em que você disse que ia sair mais cedo? No dia em que você marcou um cinema ou um happy hour com os amigos?
Quero deixar claro que não estou reclamando do meu trabalho, pelo contrário, adoro minha profissão e justamente por cada dia ser diferente. Só que os clientes não podem se organizar e planejar as solicitações de “job” antecipadamente? Volto a dizer, salvo raras exceções. Porém, isso se tornou uma praxe.
Bem, deixa eu voltar ao trabalho, senão vou ter que ficar até mais tarde!
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terça-feira, 16 de junho de 2009
Um espantalho dentro de nós
Todos nós sabemos que espantalho é um boneco que se coloca na plantação para se espantar as aves e os roedores. Há várias estórias, lendas, filmes e músicas sobre a criatura. O que poco fazemos é associar a figura a nossa personalidade.Nesse caso temos duas interpretações: considerando que nós, os passáros, somos impedidos de chegar até os nossos sonhos pelos espantalhos, ou seja, nossos medos. Ou pode ser ao contrário, considerando que os espantalhos são os personagens que protegem nossos sonhos de serem acometidos pelos nossos medos, no caso, os passáros. Pensando na segunda opção, seria o espantalho um espécie de proteção?
O espantalho nas mãos de Portinari se transforma em pinturas de grande força expressiva que figuram entre as mais características paisagens campestres da nossa arte. Costuma ser carregado de dramaticidade, denso e impregnado de humanidade, idealizado ao limite do homem elevado à condição divina, símbolo do homem sacrificado por seu amor ao próximo. Para ele o espantalho espantava as angústias, a maldição e o silêncio...
Como suas pinturas se aproximam do cubismo e surrealismo, este texto dá uma pincelada proposital no surrealismo, apenas para não fugir do conceito. No imenso mundo das palavras, tal qual Dom Quixote e Sancho Pança; também carregamos um espantalho dentro de nós.
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segunda-feira, 15 de junho de 2009
Se eu fosse um livro...
Estava pensando aqui com meus botões, acho que não tenho mesmo nada o que fazer, mas vamos lá. Então, li a seguinte frase outro dia: "um livro que não está escrito, é como se faltasse algo", Les Luthiers, e fiquei refletindo sobre. E me deu a idéia de pensar em mim como um livro. Fiquei imaginando, se eu fosse um livro qual seria?Com certeza seria "Cem Anos de Solidão", de Gabriel Garcia Marquez. Um dos melhores livros que já li até hoje. E a pergunta que não quer calar: por que eu seria ele? Bem, é um livro com uma narrativa tensa, complexa, bela, divertida e chata ao mesmo tempo. O livro tem seus altos e baixos. Há momentos em que dá vontade de sapecá-lo na parede e nunca mais o ver. Momentos depois você o pega novamente e não quer mais largar. E o melhor, quando se termina a leitura percebe-se que todas as peças se encaixam.
Então, A história do livro gira em torno da família Buendía por diversas gerações. São mostrados os encontros e desencontros ocorridos nas vidas de seus membros no decorrer dos anos, até que o último Buendía vivo consegue decifrar as escrituras que prediziam o futuro da família. Neste trajeto, há uma mistura bastante rica e bem dosada de elementos, personagens e passagens.
A história é belíssima e em diversos momentos é difícil entender se o livro segue os padrões da realidade ou se é uma história épica. Os casos e personagens remetem a habitantes de cidades do interior da América Latina, os casos fantásticos e a longevidade das pessoas também lembram os "causos" contatos pelos mais velhos, nas cidades pequenas da América Latina. O tema central do livro é a solidão, pois parece que todos os integrantes da família, das mais diversas gerações, estão fadados a conviver com a solidão.
Em termos literários, "Cem Anos de Solidão" possui uma narração em terceira pessoa, escolhe um espaço único para desenvolver a história e tem um ritmo próprio e contínuo, tudo isso junto facilita a familiarização do leitor com a história.
Bem, é isso. Deu pra entender, ou não?! Qualquer dia venho com outro devaneio sem pé nem cabeça.
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Papo reto
Juliana posa coberta apenas por um fino tecido. E não é sári
Coberta apenas por um pedaço de tecido transparente, Juliana Paes posou sensual e provocante para o livro do cabeleireiro Marco Antonio de Biaggi, “Estilo Biaggi”. A foto é de Fernando Torquatto, o queridinho das celebridades e foi guardada a sete chaves para ser mostrada para o público apenas amanhã, quando o livro será lançado em São Paulo.Em Off: O Photoshop trabalhou que foi uma beleza!
Fonte: Globo.com
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Na borracharia
Relato de Um Certo Oriente
Acabei de ler nesse fim de semana, Relato de Um Certo Oriente, primeiro romance de Milton Hatoum, que debruça-se sobre um tema bastante comum: a família e seus dramas. O autor o faz de forma diferente, fazendo da narrativa um grande enredo.A obra é um relato composto de outros relatos, metarrelatos, distribuídos em oito capítulos, os quais vão reunindo pequenos relatos para que o todo seja/esteja completo. O que defino como uma colcha de retalhos cheia de fragmentos, fatos e memórias. Uma atmosfera lírica, esbarrando em uma prosa poética
Na história, uma mulher, depois de vários anos, volta a Manaus para reencontrar Emilie, matriarca de uma família libanesa local. Para resgatar a história da família de Emilie, Hatoum sobrepõe vozes distintas em monólogos meditativos e pessoais.
O livro ganhou o Jabuti de Melhor Romance em 1990, prêmio que o autor voltou a receber com Dois Irmãos e Cinzas do Norte.
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sexta-feira, 12 de junho de 2009
Dia dos Namorados
Hoje não estou a fim de escrever nada, estou num processo meio que letárgico, inerte, entre um ESC e um DEL... Mais um texto que achei na web que pretendia escrever hoje, sobre a data comercial do Dia dos Namorados. Escrito por Felipe Machado, "Dia dos Namorados: Essa data é uma viagem", ele aborda o tema em questão de uma forma bem racional. segue abaixo...
(...)
Mais um Dia dos Namorados está chegando. Na teoria, muito amor e romance no ar. Na prática, shoppings lotados, alta no preço da dúzia de rosas e filas de carros nos motéis. Sem contar aquela enxurrada de comerciais na TV que poderiam vender celulares, bichinhos de pelúcia ou pastas de dente: está todo mundo sempre sorrindo.
É normal haver uma apreensão entre os namorados na hora de escolher o presente. Recomenda-se uma certa equivalência de valores para ninguém ficar comparando e pensando que o sentimento de um é maior que o do outro. A não ser que um dos dois tenha bastante dinheiro, porque daí é praticamente obrigatório dizer o quanto se ama com o maior número possível de quilates. Lembre-se: apesar de os gays terem conquistado um bom espaço, o diamante ainda é o melhor amigo de uma mulher.
Apesar de isso soar como pão-durismo (e provavelmente é mesmo), acho que o valor do presente não é tão importante. O mais legal é o outro constatar que você presta atenção aos seus gostos. Não vejo o menor problema em dar apenas um CD de presente de Dia dos Namorados, desde que seja aquele CD que ela mencionou há três meses durante um jantarzinho qualquer. Sou da época em que se gravava fitinhas-cassete com as músicas favoritas da namorada. A cada canção voltava uma memória, uma lembrança de algum acontecimento legal.
Hoje isso é até meio ingênuo, ainda mais numa época em que qualquer MP3 player armazena 2 mil músicas. Quem viveu 2 mil acontecimentos legais? E olha como o preço não é importante: melhor do que comprar um CD de presente seria... compor uma música para ela. Quanto valeria isso?
Dia dos Namorados também é bom para definir o relacionamento que você tem. Sempre defendi que quem é casado não deve comemorar a data. Casado é casado, namorado é namorado. Você sofre pra burro para tomar uma decisão na vida, daí vem uma marca de lingerie e diz que vocês são eternos namorados? Besteira. Noivos e noivas também estão fora: noiva não é namorada, assim como esposa também não. Não queria ficar noiva? Agora aguente.
Para evitar confusão, uma boa notícia: o Dia dos Namorados cai no meio do feriado de Corpus Christi. Assim, em vez de comprar aquele sapato que ela estava 'precisando tanto', você pode presenteá-la com uma viagem – e aproveitar para ir junto. Nada de troca de presentes: seria um presente só para os dois curtirem juntos. Tem coisa mais romântica?
Um feliz Dia dos Namorados... e uma boa viagem.
(...)
Felipe Machado
(...)
Mais um Dia dos Namorados está chegando. Na teoria, muito amor e romance no ar. Na prática, shoppings lotados, alta no preço da dúzia de rosas e filas de carros nos motéis. Sem contar aquela enxurrada de comerciais na TV que poderiam vender celulares, bichinhos de pelúcia ou pastas de dente: está todo mundo sempre sorrindo.
É normal haver uma apreensão entre os namorados na hora de escolher o presente. Recomenda-se uma certa equivalência de valores para ninguém ficar comparando e pensando que o sentimento de um é maior que o do outro. A não ser que um dos dois tenha bastante dinheiro, porque daí é praticamente obrigatório dizer o quanto se ama com o maior número possível de quilates. Lembre-se: apesar de os gays terem conquistado um bom espaço, o diamante ainda é o melhor amigo de uma mulher.
Apesar de isso soar como pão-durismo (e provavelmente é mesmo), acho que o valor do presente não é tão importante. O mais legal é o outro constatar que você presta atenção aos seus gostos. Não vejo o menor problema em dar apenas um CD de presente de Dia dos Namorados, desde que seja aquele CD que ela mencionou há três meses durante um jantarzinho qualquer. Sou da época em que se gravava fitinhas-cassete com as músicas favoritas da namorada. A cada canção voltava uma memória, uma lembrança de algum acontecimento legal.
Hoje isso é até meio ingênuo, ainda mais numa época em que qualquer MP3 player armazena 2 mil músicas. Quem viveu 2 mil acontecimentos legais? E olha como o preço não é importante: melhor do que comprar um CD de presente seria... compor uma música para ela. Quanto valeria isso?
Dia dos Namorados também é bom para definir o relacionamento que você tem. Sempre defendi que quem é casado não deve comemorar a data. Casado é casado, namorado é namorado. Você sofre pra burro para tomar uma decisão na vida, daí vem uma marca de lingerie e diz que vocês são eternos namorados? Besteira. Noivos e noivas também estão fora: noiva não é namorada, assim como esposa também não. Não queria ficar noiva? Agora aguente.
Para evitar confusão, uma boa notícia: o Dia dos Namorados cai no meio do feriado de Corpus Christi. Assim, em vez de comprar aquele sapato que ela estava 'precisando tanto', você pode presenteá-la com uma viagem – e aproveitar para ir junto. Nada de troca de presentes: seria um presente só para os dois curtirem juntos. Tem coisa mais romântica?
Um feliz Dia dos Namorados... e uma boa viagem.
(...)
Felipe Machado
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Papo reto
A Mulher Invisível
Hoje é Dia dos Namorados e como homenagem vou deixar a crítica do filme A Mulher Invisível, que assisti na última quarta-feira. Pretendia escrever sobre, mas quando li o que o Marcelo Forlani escreveu no site Omelete, descobri que é melhor reproduzir o que o cara escreveu. O texto está perfeito para a data e com certeza será bem melhor que o meu. Só um detalhe, o filme é bom demais, se encaixa nos moldes das comédias românticas gringas.(...)
Desilusões amorosas são o combustível da alma humana. Não fossem os pés-nas-bundas e as paixões não correspondidas, a música, a poesia, a pintura, o cinema não teriam a mesma beleza dolorida que têm. Se, por um lado, cada fora é encarado de uma forma diferente - tem quem coma caixas inteiras de chocolate e tem também os que ficam dias sem apetite - há sempre uma constante: a cola usada para grudar os cacos do coração partido é uma nova paixão. Autodestrutivo esse tal de ser humano.
Em A Mulher Invisível (2009), quando conhecemos Pedro (Selton Mello) ele está irradiantemente apaixonado, certo de que tem ao seu lado a mulher de sua vida (Maria Luiza Mendonça)... até descobrir que ela está grávida de gêmeos e o pai não é ele. A depressão que vem com a descoberta só começa a melhorar quando, certo dia, uma loira, linda e solitária mulher bate à sua porta pedindo uma xícara de açúcar. É a sua nova vizinha, Amanda (Luana Piovani), por quem ele se apaixona em questão de nanosegundos, principalmente depois de descobrir que ela faz faxina na sua casa só de calcinha e soutien, prepara o jantar e o serve na sua boca, adora fazer sexo, curte futebol até da terceira divisão e não liga quando ele sai com os amigos.
Sim, Luana Piovani interpreta a mulher perfeita. Na verdade, quase perfeita, pois ela só existe na cabeça do Pedro. Para todas as outras pessoas ela é uma mulher invisível. Sabendo que se trata de uma comédia romântica, é de se imaginar que toda a trama já está resolvida desde o seu título: depois de sofrer com o fora que levou da ex, Pedro conhece a mulher ideal, se apaixona novamente e no fim descobre que ela não existe, mas volta a se apaixonar.
E é aí que o filme ganha pontos. Sem escapar do happy end, o diretor Cláudio Torres, que co-roteirizou o filme ao lado de Adriana Falcão, Cláudio Paiva e Maria Luísa Mendonça, consegue criar formas de fugir do lugar-comum. Digamos que em vez de ir pelo atalho, ele pega aquela estradinha cheia de curvas, mas com um visual mais bonito e, por que não, romântico.
As participações de Vladimir Brichta e Maria Manoella, respectivamente como o melhor amigo (Carlos) e a vizinha (Vitória) que é apaixonada por Pedro, vão além dos papéis coadjuvantes normais. Eles não são apenas os personagens que dão dicas (muitas vezes furadas) do que fazer. O desenvolvimento da história depende deles. E tem ainda a Fernanda Torres, que rouba a cena quando aparece dando dicas a Vitória, sua irmã.
Autodestrutivo, sim, o ser humano. Mas, acima de tudo, esperançoso e apaixonado. Sempre aguardando pelo príncipe encantado ou a donzela adormecida. É por isso que as comédias românticas vão tão bem nas bilheterias. Trata-se de um típico programa a dois, que segue ou antecede um jantar e algo mais. E melhor ainda quando a história consegue fugir um pouco da fórmula. Agora só falta você ir ao cinema e ser feliz para sempre. Pelo menos até o próximo pé-na-bunda.
(...)
Marcelo Forlani
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Tela grande
terça-feira, 9 de junho de 2009
O Missionário, de Inglês de Souza
O livro "O Missionário", de Inglês de Souza, faz parte de uma penca de livros que fiquei muito excitado para ler, primeiro porque o cara que escreveu é da minha cidade natal, Óbidos-Pará-Brasil e, segundo, os fatos narrados acontecem numa época que, sinceramente, gostaria de ter nascido: entre 1800 e 1900. Tudo bem, nasci em 1975, já está de bom tamanho.Então, o livro é interessante, apesar de não trazer nada de inovador. O autor é tido como o introdutor do naturalismo na literatura brasileira e um dos membros fundadores da Academia Brasileira de Letras.
Em O Missionário, o propósito de demonstrar os condicionamentos biológicos, sociais e circunstanciais, sob a ótica Naturalista e Determinista, sugere o esquema e as etapas do processo narrativo, o que torna a leitura em alguns momentos um pouco cansativa, mas nada que dê motivo para sapecar o livro na parede.
O enredo:
Tomando o hábito o Padre Antônio de Morais vai para Silves, povoado paraense, à entrada da selva amazônica. Malgrado carente de vocação, granjeia prestígio de sacerdote correto e pio; todavia, a rotina da vilazinha, começando a enfastiá-lo, sugere-lhe a procura de um objeto mais valioso para aplicar seu talento. E resolve embrenhar-se na mata inóspita, a fim de catequizar os temíveis mundurucus. Parte em companhia do sacristão, mas este regressa a Silves antes de chegar. E é doente que chega ao sítio de João Pimenta, onde os desvelos de Clarinha, neta do agricultor, e prolongado repouso lhe restituem a saúde e lhe acordam o erotismo que a batina dissimulara até então. Por fim, conduzindo a mameluca, retorna a Silves, e é recebido como um autêntico santo.
Para explicar a queda final, o autor faz um longo retrospecto da vida do Padre Antônio Morais, repassando a infância, o seminário, a severa disciplina, a repressão da sexualidade na adolescência. Quando a personagem retorna a Silves, o autor, ainda à maneira dos naturalistas, extrai a moralidade dos fatos, acomodando-o à nova situação.
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Desligue a TV
Entre duas pessoas, a distância
A natureza dos relacionamentos entre duas pessoas no mundo contemporâneo é o tema da exposição “Entre deux”, do artista plástico Pierre de Freitas. A mostra foi inaugurada ontem no Paiol da Cultura, no Bosque da Ciência do Instituto de Pesquisas da Amazônia (Inpa), e ficará em cartaz no local até o dia 28 deste mês, com visitação gratuita.“Entre deux” – em francês, “Entre dois” – reúne 17 telas em acrílico, com dimensões de 50 x 40 cm, que falam “de questões pertinentes às relações entre duas pessoas” e buscam um apelo universal.
Na visão do artista plástico, o processo de globalização e as novas mídias e tecnologias de comunicação são responsáveis por massificar a informação e as formas de relacionamento. O resultado disso são relações impessoais, distantes ou mesmo virtuais. Em seus quadros, Freitas retrata os personagens em situações de solidão, ou observando-se à distância.
Com tonalidades dominantes de lilás, de amarelo e de azul contraposto a vermelho, as telas de Pierre de Freitas refletem também a busca por uma expressão artística mais contemporânea não só na temática, mas também nos aspectos técnico e visual.
Fonte: Jornal A Critica
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Pai d'egua,
Propagandeando
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Summertime - Janis Joplin
Músicão da Janis Joplin "Summertime", me lembra uma época maravilhosa. Ontem a escutei na casa de um vizinho e me deu uma baiata vontade de recordar. A letra também tem muito a ver com uma amiga que me falou que é louca por Janis Joplin. Segue o vídeo e a tradução.
Summertime (Época de Verão) // Janis Joplin
Época de verão
Criança, a vida é fácil
Os peixes pulando fora d'àgua
E o algodão, Senhor,
O algodão está alto, Senhor, tão alto.
Seu pai é rico
E sua mãe é de tão boa aparência
Ele parece bem agora
Calma, baby, baby, baby, baby, baby,
Não, não, não, não, não chore
Não chore!
Em uma destas manhãs
Você estará crescendo, cantando animado
Você estará alargando as suas asas,
Criança, e alcançar, alcançar o céu,
Senhor, o céu.
Mas ate esta manhã
Querida, nada vai te causando alarde,
Não chore
Chore.
Summertime (Época de Verão) // Janis Joplin
Época de verão
Criança, a vida é fácil
Os peixes pulando fora d'àgua
E o algodão, Senhor,
O algodão está alto, Senhor, tão alto.
Seu pai é rico
E sua mãe é de tão boa aparência
Ele parece bem agora
Calma, baby, baby, baby, baby, baby,
Não, não, não, não, não chore
Não chore!
Em uma destas manhãs
Você estará crescendo, cantando animado
Você estará alargando as suas asas,
Criança, e alcançar, alcançar o céu,
Senhor, o céu.
Mas ate esta manhã
Querida, nada vai te causando alarde,
Não chore
Chore.
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Mix Tape,
Telégrafo musical
Take my hand, not my picture
Everything has chains...absolutely nothing's changed
"Take my hand, not my picture", spelled my T-shirt!
"Take my hand, not my picture", spelled my T-shirt!
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Papo reto
sábado, 6 de junho de 2009
Cowgirl dançando Chupa que é de uva
Antes de qualquer coisa quero alertar que este post é só para os os cuecas, a mulherada pode não curtir. Faz tempo que não posto nada aqui na seção borracharia. Essa é pra passar o final de semana numa boa.
Está rolando na net um vídeo mega sensual de uma mulher (e que mulher!) dançando um forró escroto com uma letra pra lá de vulgar, a tal "Chupa que é de uva", da banda Gaviões do Forró. Confesso que nunca tinha parado pra ouvir essa música, mas com essa apelação quem não para?! Até o presente momento o vídeo atingiu a marca de 22.832 exibições no you tube.
Vale a pena assistir repetidas vezes!
Está rolando na net um vídeo mega sensual de uma mulher (e que mulher!) dançando um forró escroto com uma letra pra lá de vulgar, a tal "Chupa que é de uva", da banda Gaviões do Forró. Confesso que nunca tinha parado pra ouvir essa música, mas com essa apelação quem não para?! Até o presente momento o vídeo atingiu a marca de 22.832 exibições no you tube.
Vale a pena assistir repetidas vezes!
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Na borracharia,
Pai d'egua
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Dia Mundial do Meio Ambiente
Quero deixar registrado que não devemos fazer nossa parte apenas no dia de comemorar tal data. Devemos ter tal consciência todos os dias, reciclando lixo, racionando o uso da água, poluindo menos e etc...E pra não ser chato ao quadrado deixo o link do site Planeta Sustentável, da Editora Abril. É um projeto de comunicação multiplataforma, que tem a participação de revistas e sites da Editora Abril e conta com um conselho consultivo, composto por especialistas de diversas áreas. Sua missão é criar um ambiente pluralista, no qual diferentes pontos de vista contribuam para o desenvolvimento do pensamento autônomo e criativo, capaz de despertar a consciência e qualificar a ação.
Façamos nossa parte todos os dias e teremos um mundo melhor pra viver!
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Papo reto,
Propagandeando
I Love Cavalera - Parte 2
Retirado do blog da Cavalera...(...) Se você pretende comprar o presente de seu/sua namorado/namorada, preste atenção neste post. A Cavalera criou duas camisetas fofas personalizadas para este mês dos namorados, onde o símbolo da marca (a águia) virou um coração. Para ganhar as duas camisetas (uma com o bonequinho e outra com a bonequinha hihi) você deve fazer compras acima de R$500,00. Bafinho né? Corre lá!! (...)
Não dava pra vender só as camisetas? R$500,00 na cavalera dá pra uma calça e uma camiseta e olhe lá.
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Pai d'egua,
Propagandeando
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Flight 666
Dominado por uma ressaca cruel estou tentando escrever algo que preste, apenas para efeito de registro. Não poderia deixar de comentar sobre o documentário da banda Iron Maiden, Flight 666, que assisti ontem no maior lazer tomando todas.Graças ao meu amigo Carlos, que fez o favor de baixar com qualidade de DVD... Como não fui ao cinema confesso que não resisti até chegar o DVD nas lojas. Assim que chegar comprarei o meu! Que fique claro que não estou fazendo apologia à pirataria.
Então, voltando... O documentário mostra cenas de bastidores de shows e as viagens do grupo no boeing Ed Force One, pilotado por Bruce Dickinson, o vocalista da banda.. Está tudo registrado, cada cidade, as sandices dos fãs, os momentos mais loucos da banda. Cada cidade é uma loucura por onde os caras passam. Emocionante!
Após convencer a banda, os cineastas Sam Dunn e Scot McFadyen seguiram o Iron Maiden durante fevereiro e março do ano passado durante a primeira parte da turnê "Somewhere Back in Time". O nome "Flight 666" foi batizado a partir do número de identificação do Ed Force One no código de aviação.
Lembrei bastante do show daqui. Não mudou nada do ano passado pra cá. A estrutura de palco, até as roupas que eles usavam. A modificação ficou por conta do set list, que trocaram algumas músicas.
Emocionante o momento que o fã chora após o show na Colômbia. Engraçado os momentos que banda e a equipe se divertem no avião com as aeromoças vestidas com camisa do Iron. Tudo é bom demais!
O melhor momento do documentário é quando o repórter pergunta pro Bruce qual a música que ele está com maior vontade de tocar na turnê e ele responde "Rime Of The Ancient Mariner". Nem preciso dizer que essa é a minha favorita e uma das melhores músicas do Iron. Delirei! Lembrei do show daqui, cantei, bebi e repeti diversas vezes essa parte, só para matar saudade. E mais, ainda vim trabalhar ouvindo essa música e a estou escutando neste exato momento.
Up The irons!
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no sofá,
Telégrafo musical
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Noiva diz que só vai dar seu 1º beijo depois de se casar
A jovem norte-americana Rachel Welch, de 21 anos, disse que só vai dar o primeiro beijo depois de se casar. Segundo a emissora de TV NBC, ela e o noivo Todd Ritter trocam afetos um pelo outro esfregando os narizes, mais conhecido como "beijo de esquimó".Rachel e Ritter, que se conheceram em um grupo da juventude há dois anos, ficaram noivos em dezembro e vão se casar em julho. Ela disse que não nunca beijou ninguém porque queria que o "primeiro beijo fosse um presente especial" para seu futuro marido.
Ritter, que já beijou outras jovens no passado, disse que respeita a opção de sua noiva.
Essa notícia já está registrada nos livros de história!
Fonte: G1 // (Foto: Reprodução/NBC)
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Notícias que vão mudar o mundo
O que você anda lendo?
Descobri hoje um site sensacional. Uma rede virtual que reúne aficionados por livros. o skoob é o local onde você diz o que está lendo, o que já leu e o que ainda vai ler, seus amigos fazem o mesmo e assim, todos compartilham suas opiniões e críticas.É também um lugar para fazer novos amigos, tem muita gente que gosta dos mesmos livros que você, o papel é ajudar a encontrar essas pessoas e saber quais são suas dicas para a sua próxima leitura.
Nem preciso dizer que já estou cadastrado e participando. Se você gosta de ler, vale a pena participar dessa comunidade. Visite meu perfil para testar.
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Desligue a TV,
Propagandeando
terça-feira, 2 de junho de 2009
Alguém conhece o Miguel Venâncio?
Se ninguém o conhece recomendo saber um pouco mais sobre esta personalidade histórica de Óbidos-Pará-Brasil. Miguel Venâncio não é só uma das figuras mais tradicionais do carnaval de Óbidos, é um personagem rico em cultura e histórias maravilhosas. Não pode ser um cara cheio da grana, é humilde, porém, grande de coração e sabe valorizar a cultura local como nenhuma outra pessoa.Aos 77 anos, ele toca, canta, dança, se fantasia, brinca, pula e diz que gostaria de chegar aos 100 anos, como fizeram seus pais e bisavós, que foram além dessa marca.
Por que eu queria ser esse cara? Pela sua criatividade e humildade de se reinventar a cada ano e saber fazer de sua vida uma eterna festa.
Para saber mais sobre essa figura emblemática clique aqui e leia uma excelente crônica que o senhor Célio Simões escreveu sobre o extraordinário Miguel Venâncio.
Foto: Portal de Óbidos
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Eu queria ser essa cara
O que me importa
A vida tem dessas coisas. Existem músicas que se encaixam em determinado momento da vida perfeitamente. Não sei, mas acho que já falei isso aqui mais de uma vez. Desculpem minha repetência.
Ontem estava ouvindo a música "O que me importa", da Marisa Monte, em plena segunda-feira ociosa e pensando na vida, pensando no livro do Chico Buarque "Leite derramado" que ainda nem li ainda, mas já li o comentário do Bruno Medina e me interessei ainda mais em ler.
Tudo bem, mas o assunto aqui não é esse, é sobre a música da Marisa Monte. Como a letra diz absolutamente tudo, não preciso me prolongar mais.
O Que Me Importa - Marisa Monte
O que me importa / Seu carinho agora
Se é muito tarde / Para amar você...
O que me importa / Se você me adora
Se já não há razão / Prá lhe querer...
O que me importa / Ver você sofrer assim
Se quando eu lhe quis / Você nem mesmo soube dar
Amor!...
O que me importa / Ver você chorando
Se tantas vezes / Eu chorei também...
O que me importa / Sua voz chamando
Se prá você jamais / Eu fui alguém...
O que me importa / Essa tristeza em seu olhar
Se o meu olhar tem mais / Tristezas prá chorar
Que o seu!...
O que me importa / Ver você tão triste
Se triste fui / E você nem ligou...
O que me importa / Seu carinho agora
Se para mim / A vida terminou
Terminou!
Ontem estava ouvindo a música "O que me importa", da Marisa Monte, em plena segunda-feira ociosa e pensando na vida, pensando no livro do Chico Buarque "Leite derramado" que ainda nem li ainda, mas já li o comentário do Bruno Medina e me interessei ainda mais em ler.
Tudo bem, mas o assunto aqui não é esse, é sobre a música da Marisa Monte. Como a letra diz absolutamente tudo, não preciso me prolongar mais.
O Que Me Importa - Marisa Monte
O que me importa / Seu carinho agora
Se é muito tarde / Para amar você...
O que me importa / Se você me adora
Se já não há razão / Prá lhe querer...
O que me importa / Ver você sofrer assim
Se quando eu lhe quis / Você nem mesmo soube dar
Amor!...
O que me importa / Ver você chorando
Se tantas vezes / Eu chorei também...
O que me importa / Sua voz chamando
Se prá você jamais / Eu fui alguém...
O que me importa / Essa tristeza em seu olhar
Se o meu olhar tem mais / Tristezas prá chorar
Que o seu!...
O que me importa / Ver você tão triste
Se triste fui / E você nem ligou...
O que me importa / Seu carinho agora
Se para mim / A vida terminou
Terminou!
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Mix Tape
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Manaus na Copa de 2014
O mundo todo sabia que Manaus seria uma das 12 sedes da Copa do Mundo de 2014, só faltava a confirmação. E ela vazou dias antes do resultado oficial, tanto é que a festa foi toda arranjada antecipadamente. Com 40 mil pessoas no entorno do Vivaldão, segundo a Polícia Militar, embalados ao som da banda Jota Quest, com um cachê no valor de R$ 110 mil, pagos pela Coca-Cola, patrocinadora oficial do evento.A cidade com o maior PIB da região Norte vai sediar o campeonato com previsão de investimento estimada em R$ 6 bilhões e margem de geração de 50 mil empregos entre diretos e indiretos.
O que muda com isso? Bem, sabe-se que os benefícios serão muitos, porém, teremos grandes percalços pela frente. Os gastos serão exorbitantes. Agora, o que se espera é colher os frutos e que esses frutos sejam duradouros. Não apenas no tempo do evento
Algumas propostas:

- Proposta de solução no transporte público, monotrilho poderá ter inauguração já em 2010. O monotrilho é um sistema de média capacidade, que utiliza veículos propulsores e tracionados com rodas de pneus e vias em elevado, de estreita largura. Devido a essa característica, é inserido facilmente na cidade, sem danos ao meio ambiente e com baixa poluição visual. Em Manaus, suas colunas delgadas terão cinco metros de altura e, quando funcionar, terá a capacidade para transportar 30 mil passageiros por dia.
- Reforma do aeroporto custará R$ 793 milhões. Há dois anos, o Eduardo Gomes tem operado com capacidade operacional do terminal de passageiros saturada. A capacidade do aeroporto é de receber 1,7 milhão de passageiros por ano. No entanto esse número vem sendo extrapolado. Em 2007, atendeu 2,1 milhões e, em 2008, 1,85 milhão. De acordo com a demanda, até 2014 o número de passageiros será de 4 milhões.
- Economia vai crescer. A realização da Copa do Mundo de 2014, em Manaus, deve gerar 50 mil empregos diretos e indiretos, movimentar R$ 6 bilhões, além de atrair 400 mil turistas, conforme estimativa do Governo do Estado.
Fonte: Jornal A Crítica
Não quero ser do contra e nem é minha intenção. Estou muito contente por Manaus ser uma das sedes, mas também tenho meu pé atrás. Um ponto desfavorável é a cultura do povo daqui, que não dá o real valor ao futebol local. O campeonato amazonense é deficitário de público, diferente do Pará que lotam todos os jogos e vestem a camisa dos clubes locais. Aqui é ao contrário, os times de fora são mais prestigiados do que os locais. Agora quem sabe com times de fora isso mudará. Só me pergunta uma coisa, pra que um estádio tão caro e bonito se depois não terá um público fiel? Só espero que seja pelo menos um incentivo para aguçar a vontade de torcer pelos clubes locais.Manaus está de parabéns, principalmente o governador Eduardo Braga. Estou na torcida e que venham os benefícios.
Para saber mais acesso o site oficial
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Pai d'egua,
Propagandeando
Amor sem limites
Depois que li uma notícia no jornal A Crítica de hoje, dia 1º de junho, "Pai e filha morrem afogados". Fiquei pensando na imensidão do amor entre pais e filhos. Não há limites, mesmo que isso signifique estar entre a vida e a morte. Foi um fato triste, mas bonito ao mesmo tempo, mostrando o valor do verdadeiro amor de uma filha para um pai, não importando se esse pai era ou não o melhor pai do mundo.A matéria é de Mônica Prestes,
(...) A menina Rebeca da Silva Feitoza, de 10 anos, morreu afogada quando tentava acordar o pai, Danilo Ribeiro Feitoza, 38, que dormia em um dos camarotes da embarcação Condutor 2, ancorada no flutuante Encanto da Natureza, na Colônia Antônio Aleixo, Zona Leste, quando naufragou, no início da manhã de domingo. Pai e filha morreram de braços dados.
As informações são do tenente Adson Ferreira, do Corpo de Bombeiros, que afirmou que a menina teve condições de sair da embarcação antes de ela afundar, pois a porta do camarote em que dormia com o pai estava aberta. “Moradores ouviram os gritos da menina quando o barco começou a afundar. Ela poderia ter saído, mas tentou acordar o pai, que dormia, embriagado, e não a ouviu.”
De acordo com o tenente, testemunhas disseram que a embarcação, onde Danilo morava com Rebeca há pelo menos três meses, afundou em menos de três minutos, impedindo a ação de resgate dos próprios moradores do local. “Foi tudo muito rápido e o camarote em que eles estavam ficou submerso. A menina não quis sair sem o pai e, quando a encontramos, ela ainda estava segurando o braço do pai”, disse Ferreira. (...)
Fiquei imaginando a cena e desejando estar ali para ajudar ou até mesmo desejando que a história fosse diferente, que alguém pudesse ajudar a menina e o pai. Penso no desespero da menina, tentando de tudo para salvar o pai até não resistir mais. É triste, realmente, existem coisas na vida que não há explicação. Que os dois estejam em paz!
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